Outubro 14, 2008
Outubro 14, 2008
Junho 7, 2008
Desenvolvimento Conceitual
A pena de pássaro é uma ferramenta utilizada não só apenas para a escrita, mais também para o desenho. Atualmente utilizada praticamente só para arte, a pena, é famosa pelo seu formato especial que permite aos artistas usufruir facilmente do chamado “efeito fino-grosso” do traço. Por ser um elemento muito utilizado pelos desenhistas, optamos pela pena como ícone para simbolizar o curso de Design Gráfico.
Na proposta de identidade visual foram utilizados quatro módulos quadriláteros, que se repetem de forma ordenada, expressando a idéia de equilíbrio, referência desenvolvimento, retidão e esmero.
A fonte escolhida foi posta de forma com que se destacasse no conjunto visual. Dessa forma subjetivamente definindo o curso de Design Gráfico da Faz – Faculdade de Tecnologia da Amazônia. Que é visto como referência no estado do Pará.
Na confecção de Camisas, a logomarca se adéqua perfeitamente, pela sua centralização e alinhamento. A proposta de Identidade Visual do curso de Design Gráfico da Faz, foi desenvolvida a partir de varias pesquisas que enriqueceram nosso conhecimento neste ramo. Propomos uma identidade visual moderna, esteticamente bonita e acima de tudo de fácil memorização.
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Junho 6, 2008
Logomarca é um neologismo usado de forma empírica e genérica, para designar logotipo, símbolo ou marca, sem que haja consenso nem precisão absoluta ao que ele se refere, se apenas ao símbolo, ao logotipo ou ao sinal misto (combinação de ambos). O seu uso está popularizado no Brasil e o termo consta do dicionário Aurélio. No entanto, o termo é considerado inadequado por alguns designers por, segundo eles, não possuir a necessária precisão.
Em seu livro “O Efeito Multiplicador do Design”, a designer Ana Luísa Escorel discute o termo logomarca. Ela lembra que a palavra logos, vem do grego significando conhecimento e também palavra. Portanto, logomarca significaria “palavra-marca” o que, na opinião da designer, não faz sentido.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Logomarca
Junho 6, 2008
Bem… Trabalho feito para aula de Desenho Gráfico do professor Miguel Cabezas. Um wallpaper, criado a partir da palavra: “Tecnologia”. Porque escolhemos tecnologia? Porque escolher um notebook e uma mulher robótica para representar tecnologia? Primeiramente, escolhemos Tecnologia como nossa fonte de inspiração, pois achamos que tem tudo haver com a instituição que estudamos: Faculdade de Tecnologia da Amazônia. Definimos o nosso wallpaper a partir de uma mulher robótica, para dar ênfase sobre nosso tema. Então, escolhemos o notebook, porque ele se destaca dentre vários itens dentro do nosso tema. Usamos tons de cinza e preto gradiente, usamos a ferramenta bezyer, usamos o lápis para fazer linhas que dão efeitos de chip de computador, entre outras.
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Maio 23, 2008
Cretive Commons
A Creative Commons é na verdade, uma espécie de direito à criatividade. Por exemplo, se você escreve, faz música, cria imagens, produz fotos, desenvolve software, entre outros, certamente você observa o trabalho de pessoas que têm atividades parecidas às suas. Diversas delas estão interessadas em cobrar por suas criações, mas sim querem que outras pessoas as aproveitem lendo, ouvindo, vendo e por que não, melhorando, alterando, reaproveitando!
Com a licença Creative Commons, autores e criadores podem permitir o uso de suas obras de maneira mais flexível. Para ser mais precisa, a Creative Commons é uma espécie de segurança para seu trabalho, podendo assim, garantir que ninguém irá copiá-la com más intenções, e nem utilizá-la para obter ganho em cima de seu trabalho.
Maio 16, 2008
Desde os tempos mais remotos e com a finalidade de representar objetos inanimados ou em movimento, o homem vem desenhando nas superfícies dos mais diferentes materiais. Nesta atividade, tão intimamente ligada ao raciocínio, utilizou, inicialmente, as superfícies daqueles materiais que a natureza oferecia praticamente prontos para seu uso, tais como paredes rochosas, pedras, ossos, folhas de certas plantas, etc. Acompanhando o desenvolvimento da inteligência humana, as representações gráficas foram se tornando cada vez mais complexas, passando desse modo a significar idéias. Este desenvolvimento, ao permitir, também, um crescente domínio das circunstâncias através de utensílios por ele criados, levou o homem a desenvolver suportes mais adequados para as representações gráficas. Com esta finalidade, a história registra o uso de tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversas, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel.
A maioria dos historiadores concorda em atribuir a Ts’ai Lun da China a primazia de ter feito papel por meio da polpação de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Este processo consistia em um cozimento forte de fibras, após o que eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira feita de juncos delgados unidos entre si por seda ou crina, era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certa quantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Precedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material poroso ou deixando-a pendurada ao ar. Os espécimes que chegaram até os nossos dias provam que o papel feito pelos antigos chineses era de alta qualidade, que permite, até mesmo, compará-los ao papel feito atualmente.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Maio 16, 2008
As fibras para sua fabricação requerem algumas propriedades especiais, como alto conteúdo de celulose, baixo custo e fácil obtenção — razões pelas quais as mais usadas são as vegetais. O material mais usado é a polpa de árvores, principalmente pelos(pelo preço e resistência devido ao maior comprimento da fibra) e eucaliptos (pelo crescimento acelerado da árvore). Antes da utilização da celulose em 1840, por um alemão chamado Keller, outros materiais como o algodão, o linho e o cânhamo eram utilizados na confecção do papel. Atualmente, os papéis feitos de fibras de algodão são usados em trabalhos de restauração, de arte e artes gráficas, tal como o desenho e a gravura, que exigem um suporte de alta qualidade. Nos últimos 20 anos, a indústria papeleira, com base na utilização da celulose como matéria-prima para o papel, teve notáveis avanços, no entanto as cinco etapas básicas de fabricação do papel se mantêm: (1) estoque de cavacos, (2) fabricação da polpa, (3) branqueamento, (4) formação da folha, (5) acabamento. [1]
No início da chamada “era dos computadores“, previa-se que o consumo de papel diminuiria bastante, pois ele teria ficado obsoleto. No entanto, esta previsão foi desmentida na prática: a cada ano, o consumo de papel tem sido maior.
É fato que os escritórios têm consumido muito mais papel após a introdução de computadores. Isso pode ter ocorrido tanto porque, com os computadores, o acesso à informação aumentou muito (aumentando a oferta de informações, aumenta também a demanda), quanto pela facilidade do uso de computadores e impressoras, o que permite que o uso do papel seja menos racional que outrora (escrever à mão, ou à máquina datilográfica, exigia muito mais esforço, diminuindo o ímpeto de gastar papel com materiais inúteis). De fato, a porcentagem de papéis impressos que nunca serão lidos é bastante alta na maior parte dos escritórios (especialmente os que dispõem de impressoras a laser (as quais imprimem numerosas páginas por minuto).
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Maio 16, 2008
Para se transformar a madeira em polpa, que é a matéria prima do papel, é necessário separar a lignina, a celulose e a hemicelulose que constituem a madeira. Para isso se usam vários processos, sendo os principais os processos mecânicos e os químicos.
Os processos mecânicos basicamente trituram a madeira, separando apenas a hemicelulose, e assim produzindo uma polpa de menor qualidade, de fibras curtas e amareladas.
O principal processo químico é o Kraft, que trata a madeira em cavacos com hidróxido de sódio e sulfeto de sódio, que dissolve a lignina, liberando a celulose como polpa de papel de maior qualidade. O principal inconveniente deste processo é que o licor escuro também conhecido como licor negro que é produzido pela dissolução da lignina da madeira. Este licor deve ser tratado adequadamente devido a seu grande poder poluente, já que contém compostos de enxofre tóxicos e mal-cheirosos e grande carga orgânica. O reaproveitamento desta lignina é diverso, podendo o licor ser concentrado por evaporação e usado até mesmo como combustível para produção de vapor na própria fábrica. O branqueamento da polpa de papel subseqüente também é potencialmente poluente, pois costumava ser feito com cloro, gerando compostos orgânicos clorados tóxicos e cancerígenos. Atualmente o branqueamento é feito por processos sem cloro elementar conhecido como ECF do inglês “Elemental chlorine free” (usam dióxido de cloro) ou totalmente livres de cloro conhecido como TCF do inglês “total chlorine free” (usam peróxidos, ozônio, etc.). Estudos apontam que o efluente que sai de ambos os processos quando tratado não possui diferença significativa quanto ao teor tóxicos sendo ambos de baixíssimo impacto ambiental. Aplicações industriais têm apontado para uma redução na emissão de óxidos de nitrogênio (dióxido de nitrogênio e monóxido de nitrogênio) na mudança do processo TCF para o processo ECF. Essas duas evidências em conjunto têm começado a fazer o setor repensar quanto a qual processo dentre os dois é efetivamente menos poluente e quebra um grande paradigma no setor que acreditava como dogma que o processo totalmente livre de cloro (TCF) era o mais adequado ambientalmente. O papel é também uma folha crionizada e saturada por micose, e contém cripsioteresi.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Abril 27, 2008
Bem, pra quem não sabia utilizar o corel, esse desenho já é um bom começo, rsrsrs.
xD~~
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.






